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26 de novembro de 2011


"É sempre assim que acontece
quando a gente se revela, os outros começam a nos desconhecer."

(Clarice Lispector)

25 de novembro de 2011


Eu flerto entre a inquietaçäo e o conformismo.
Entre a empolgaçäo e a melancolia.
Entre a satisfaçäo e o desejo.
Entre a posse e a falta.
Entre o prazer e a dor.
Entre o presente e o passado.
Entre o sorriso e a lágrima.
Mas näo deixo de sentir...
Os poros sempre abertos buscando refletir sentimentos aguçados e profundos,
correndo atrás do equilíbrio agridoce entre a realidade e a falta...
Momentos triviais precipitando-se em lembranças presentes de um tempo
aonde o riso era farto e o abraço constante.
Momentos, pessoas, lugares, cheiros, sons...
Sensaçöes eternas tatuadas na alma.

(Danimfuga)



"Todas as manhãs ela deixa os sonhos na cama, acorda e põe sua roupa de viver."

(Clarice Lispector)

24 de novembro de 2011


‎"Eu gosto de quem facilita as coisas. De quem aponta caminhos ao invés de propor emboscadas.
Eu sou feliz ao lado de pessoas que vivem sem códigos, que estão disponíveis sem exigir que você decifre nada.
O que me faz feliz é leve e, mesmo que o tempo leve, continua dentro de mim."

Fernanda Gaona

"Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande, de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias. Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'. Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa."
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George Carlin.

23 de novembro de 2011


‎"Então os anos passam e você entende que boa parte de tudo que sonhou não vai acontecer.
A maturidade te obriga a pagar contas, ter emprego fixo e garantir o fundo de garantia para uma velhice tranquila. Aos poucos, a bagagem dos sonhos começa a pesar e decidimos ir abandonando as vontades pelo caminho.
Mudamos nossas atitudes e nos conformamos com o que a vida nos reservou.
Alguns sentam e lamentam, outros relaxam e continuam querendo. Eu faço parte da segunda categoria.
Posso adormecer um sonho, mas vira e mexe vou até ele e mostro que ainda estou aqui. Outras vezes finjo que esqueci da sua existência, mas o amarro bem perto pra ele não fugir.
Muitos sonhos vão sobrevoar nossa vida e aqui do chão parecerão impossíveis de serem alcançados. Mas eu não desisto e estendo meu braço. Além disso, os obstáculos do cotidiano vão cortar as asas do nosso pensamento fazendo muito do que queremos tornar-se impossível. É verdade, pode ser que eu de fato não consiga chegar até eles, mas a confiança já faz de mim uma pessoa bem melhor."

Fernanda Gaona

22 de novembro de 2011


"Lembrar com amor é oferecer, no coração, um sorriso que se expande. É um jeito instantâneo e poderoso de prece.
É um modo de abraço, não importa o aparente tamanho da distância, nem as enganosas cercas do tempo."

(Ana Jácomo)